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9A06E9EF7D3191BA03258DD2006455D9belcabos
noneqm_eventos.nsfGerenteBELCABOS INDÚSTRIA DE CONDUTORES ELÉTRICOS LTDAARLETE DE OLIVEIRA
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4 ATA - 4/2026 9A06E9EF7D3191BA03258DD2006455D9<span class='span-warning'><p class='text-justify'>Objetivo:<br>Realizar a análise dos indicadores relacionados à produção, sucata, não conformidades, perdas operacionais e eficiência dos processos, com o objetivo de identificar causas, avaliar impactos e definir ações de melhoria.<br>Análise da Sucata<br>Foi apresentado que o valor atual da sucata está em aproximadamente R$ 450.000,00 por mês, com tendência de aumento.<br>Embora tenha sido observada uma redução estimada de aproximadamente R$ 10.000,00 em não conformidades, este valor não apresenta impacto representativo frente ao volume total de sucata gerado.<br>Foi destacado ainda que:<br>Parte da sucata está relacionada a material não conforme;<br>Parte está relacionada a perdas de processo e geração operacional;<br>Nem todo o volume possui rastreabilidade detalhada por origem.<br>Também foi mencionado que materiais enviados para reaproveitamento/remo acabam sendo contabilizados posteriormente como sucata.<br>Separação e Controle da Sucata<br>Foi informado que, atualmente, está sendo iniciada uma análise mais detalhada da sucata, com separação por categorias, tais como:<br>Material fino<br>Material grosso<br>Foi reforçado que nenhum material deve ser destinado aos bags sem análise prévia, e que materiais com possibilidade de reaproveitamento devem ser segregados para reavaliação.<br>Também foi destacado que houve orientação para reforçar junto às equipes a necessidade de retirar apenas a parte efetivamente comprometida, evitando cortes excessivos por insegurança ou falta de experiência operacional.<br>Lotes de Produção e Impacto na Eficiência<br>Foi discutido que a realização de lotes pequenos impacta diretamente no aumento da sucata e na redução da eficiência produtiva, especialmente em função das largadas e trocas frequentes.<br>Foi citado como referência que lotes maiores reduzem significativamente a perda percentual de setup, enquanto lotes pequenos tornam o processo mais vulnerável a perdas.<br>Também foi relatado que:<br>Há elevado número de trocas por turno, principalmente em cabos finos;<br>Isso aumenta a incidência de perdas de largada;<br>A limitação de matéria-prima disponível também impede a formação de lotes mais econômicos.<br>Matéria-prima / Cobre / Corda<br>Foi discutido que a falta de disponibilidade de corda/cobre impacta diretamente a produtividade, dificultando a programação de lotes maiores e reduzindo a estabilidade operacional.<br>Também foi relatado que há ocorrência de problemas com o cobre durante o processo, tais como:<br>afrouxamento;<br>rompimentos;<br>instabilidade durante a produção;<br>necessidade de relargadas.<br>Essas ocorrências geram aumento de sucata e perda de produtividade.<br>Problemas em Cabos Grossos<br>Foi pontuado que, no caso dos cabos grossos, os principais problemas observados não estão relacionados à matéria-prima, mas sim a:<br>condição de máquina;<br>regulagem;<br>parâmetros de processo;<br>fatores operacionais.<br>Também foi mencionado que existem materiais já decapados ou em retrabalho que ainda não estão totalmente refletidos nos indicadores de sucata.<br>Equipamentos e Condições de Processo<br>Foi discutido que alguns problemas de produção podem estar associados à condição operacional das máquinas, incluindo:<br>esforço excessivo do equipamento;<br>aquecimento;<br>corrente elétrica próxima ao limite operacional;<br>necessidade de revisão de setup e parâmetros.<br>Foi citado caso de máquina operando próxima ao limite do inversor, indicando necessidade de monitoramento e ajustes para evitar desligamentos, perdas de produção e geração adicional de sucata.<br>Conclusões da Reunião<br>Com base na análise realizada, concluiu-se que o aumento da sucata está relacionado a um conjunto de fatores, incluindo:<br>lotes pequenos;<br>excesso de trocas;<br>falhas operacionais;<br>limitações de matéria-prima;<br>problemas de equipamento;<br>ausência de rastreabilidade detalhada de parte das perdas.<br>Conclusões da Reunião:<br>Também ficou evidenciado que a redução pontual de não conformidades, embora positiva, ainda não representa impacto significativo frente ao volume total de sucata gerada.<br>COMPLEMENTO DA ATA – ANÁLISE TÉCNICA DE PROCESSO<br>Análise Técnica – Extrusora 4 / Cabos de Bateria / PP<br>Foi discutido que as ocorrências de desligamento da Extrusora 4 também estão acontecendo durante a produção com PP, indicando que o problema não está restrito a um único tipo de material.<br>Foi relatado que:<br>A redução de temperatura e pressão pode aliviar momentaneamente a condição de processo;<br>No entanto, ajustes de temperatura precisam ser feitos de forma técnica e controlada, sem recorrer a práticas empíricas ou ajustes excessivos;<br>O principal risco identificado é o aquecimento excessivo do motor e do inversor, com possibilidade de dano ao equipamento.<br>Também foi comentado que houve ajuste recente no dosador para 5%, porém ainda não houve tempo suficiente de rodagem contínua para validar de forma confiável se a alteração foi eficaz.<br>Mistura de Materiais / Padronização<br>Foi debatido que a prática de misturar materiais diferentes no processo pode influenciar diretamente na estabilidade da máquina e na repetibilidade dos resultados.<br>Foi sinalizado que:<br>essa prática pode gerar comportamento inconsistente do material;<br>dificulta a análise de causa raiz;<br>compromete a padronização do processo.<br>Ficou implícita a necessidade de melhor controle de composição e rastreabilidade do material utilizado.<br>Corrente Elétrica / Sobrecarga do Equipamento<br>Foi discutido de forma mais detalhada que o aumento da corrente elétrica da máquina está relacionado principalmente a situações em que o material:<br>permanece excessivamente pressionado dentro do cabeçote;<br>encontra maior restrição para passagem;<br>ou é processado em condição de maior esforço mecânico.<br>Também foi observado que:<br>operar em velocidade muito baixa pode causar efeito semelhante ao de restrição;<br>isso aumenta a carga sobre o motor;<br>a corrente elevada aproxima o sistema do limite de segurança do inversor.<br>Foi citado que atualmente o limite do inversor está em aproximadamente 92 A, valor já próximo da condição crítica.<br>Histórico da Rosca / Mudança de Comportamento<br>Foi levantado que o comportamento atual da máquina pode estar relacionado à substituição da rosca, sendo apontado que a rosca anterior apresentava folgas e menor eficiência de pressão, enquanto a rosca atual trabalha com condição mais “justa” e eficiente.<br>Foi debatido que:<br>anteriormente havia menor pressão interna;<br>isso mascarava parte dos problemas atuais;<br>com a nova condição mecânica, a máquina passou a responder de forma mais sensível às variações de processo, setup, material e restrição.<br>Foi destacado que isso gera uma percepção de que o equipamento “piorou”, quando na prática pode haver:<br>aumento de eficiência mecânica;<br>porém menor tolerância a desvios operacionais e de setup.</p><p class='text-justify'><i> - Propostas Técnicas Levantadas na Reunião<br>Durante a discussão, foram sugeridas algumas possibilidades de teste e melhoria operacional, entre elas:<br>a) Restrição de lotes pequenos<br>Avaliar a não programação de lotes inferiores a 25 mil metros em determinadas condições de processo, especialmente para reduzir perdas de setup e largadas frequentes.<br>b) Teste com configuração de telas<br>Realizar testes em cabos de bateria utilizando duas telas grossas, em substituição à configuração atualmente utilizada em alguns casos.<br>Objetivo: avaliar redução de esforço da máquina e melhor escoamento do material.<br>c) Padronização de setup<br>Evitar alterações frequentes de configuração sem validação técnica;<br>Manter padrão de processo durante período suficiente para análise confiável.<br>d) Monitoramento real de amperagem<br>Verificar possível divergência entre a leitura apresentada no painel da máquina e a condição real no inversor/sistema;<br>Avaliar necessidade de revisão elétrica/instrumental.<br>Realizar acompanhamento técnico específico da Extrusora 4, com monitoramento de corrente, temperatura e comportamento operacional;<br>10. Validar tecnicamente o ajuste do dosador em 5%;<br>11. Realizar testes controlados com configuração alternativa de telas em cabos de bateria;<br>12. Revisar padronização de setup para materiais críticos;<br>13. Avaliar condição elétrica/mecânica da máquina, com foco em aquecimento e desligamentos frequentes.</i></p><table class='table-sm' cellspacing='0' width='100%'><tr style='font-size:11px;'><td class='text-justify'>Responsável: ROSELENE MILIAVACCA</td><td class='text-justify'>Data: 07/04/2026</td><td class='text-right'>Situacao: <a title='Editar' href='#' onclick="document.getElementById('iframe_form').src='/belcabos/qm_eventos.nsf/0/9A06E9EF7D3191BA03258DD2006455D9?EditDocument'" data-toggle='modal' data-target='#mymodal'>Em andamento</a></td><tr></table>19F06928416FC85E03258BDD00471F1E